CIBER RISCOS EM MEIO À PANDEMIA

85

CIBER RISCOS EM MEIO À PANDEMIA

85 visualizações

Não bastassem os inúmeros impactos à saúde e à economia que se desdobram durante a pandemia do COVID-19, a segurança digital mundial também enfrenta novos riscos e desafios. Mesmo antes da emergência de saúde causada pelo Coronavírus, os ciberataques já aconteciam em larga escala no Brasil e no mundo: em 2018, um importante estudo conduzido pela Online Trust Alliance (OTA) estimou que os prejuízos globais causados por ciberataques havia chegado à casa dos US$ 45 bilhões. Agora, cibercriminosos estão se aproveitando da fragilidade dos sistemas e do anseio generalizado por informações sobre o novo vírus para atacar computadores, smartphones, servidores e até redes inteiras, aumentando a incidência de fraudes e extorsões dessa natureza.
Crimes cibernéticos pelo mundo
Os dados de cibercrimes apurados ao redor do mundo denunciam que este tipo de ameaça cresce e se alastra com a mesma rapidez que a pandemia em si: 

  • UK National Fraud & Cyber Security Centre reportou um aumento de 400% nas denúncias de fraudes no Reino Unido durante o mês de março. Os crimes variam de golpes simples, como falsas campanhas de caridade, até fraudes de empréstimos.
  • O dashboard mantido pela John Hopkins University – uma das fontes mais importantes e confiáveis para o monitoramento de novos casos e mortes por COVID-19 no mundo –, vem sendo falsificado e veiculado em sites maliciosos. Quando os usuários acessam o mapa de contágio falso, o computador ou dispositivo móvel é infectando com malwares como o AZORult, trojan (cavalo de tróia) capaz de roubar dados como credenciais de login e até mesmo informações bancárias.
  • Até mesmo os servidores de órgão públicos vêm sofrendo ciberataques. No último dia 15 de março, houve uma investida de milhões de acessos aos servidores do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos. A entidade acredita em tentativa criminosa de atrasar as ações da agência ao crescente surto de Coronavírus no país. 
  • No Brasil, um relatório da IBM já apontava perdas da ordem de US$ 1,35 milhão em decorrência de crimes cibernéticos mesmo antes da COVID-19, e no momento atual, empresas de segurança já começaram a notar várias campanhas de e-mails de phishing e aplicativos que visam infectar novos dispositivos, a exemplo do Covid-19 Tracker, que criptografa e bloqueia smartphones. 

Em momentos como este, em que as agências de saúde e governos podem, de fato, usar diversos canais de comunicação para orientar a população sobre prevenção e tratamento da COVID-19, os golpistas virtuais se multiplicam e os hackers especializados organizam ações sofiticadas para atacar o que estiver ao seu alcance. Não por acaso,o Google vem trabalhando para retirar apps suspeitos ou disseminadores de fake news de sua loja de apps – a Play Store –, mas muitos deles driblaram os mecanismos de segurança da plataforma e já foram baixados 400 mil vezes
Todo este quadro pode ser ainda mais sensível quando muitas empresas e colaboradores estão trabalhando em regime de home office: diferentes pontos de conexão domésticos podem fragilizar ainda mais as barreiras de proteção digital das atividades corporativas.
Momento de cautela e antecipação
“As constantes ameaças cibernéticas corporativas somadas ao momento sem precedentes que vivemos podem tornar os ataques digitais ainda mais férteis. Esses riscos aumentam conforme a evolução das tecnologias necessárias para o trabalho”, destaca Leandro Freitas, Diretor de Riscos Financeiros da MDS Brasil. Por isso, estratégias de proteção aos dados corporativos e medidas de segurança em TI precisam ser redobradas o quanto antes para evitar vazamento de informações sensíveis e prejuízos financeiros e pessoais.
Faz-se também necessário conscientizar colaboradores internos, parceiros, clientes e aqueles que estão trabalhando remotamente para intensificar os cuidados com as fontes de informações sobre o Coronavírus, sem se esquecer de alertar a toda a população corporativa sobre a importância de proteger seus computadores e dispositivos pessoais contra investidas de hackers e arquivos maliciosos.
“Outra iniciativa importante a ser tomada é verificar se a empresa já conta com uma cobertura para mitigar os prejuízos causados por uma eventual invasão de dados. O seguro Cyber Risks, por exemplo, amplia as barreiras de proteção contra as perdas financeiras decorrentes de perigos digitais. Todo e qualquer cuidado deve ser tomado neste cenário – ainda sem precedentes – que as empresas e trabalhadores estão vivenciando frente à pandemia”, acrescenta Leandro.
De acordo com o Director de Infraestruturas e Sistemas da MDS Portugal, Paulo Terra, é importante sermos proactivos na segurança e defende ainda que as responsabilidades são de todos. “Esta nova forma de trabalhar aumenta o nível de exposição ao risco e cabe aos responsáveis pela cibersegurança da empresa adoptar as medidas adequadas para mitigar os riscos associados ao teletrabalho. Os colaboradores devem também estar atentos e ter cuidados redobrados na utilização dos sistemas de informação, cumprindo com as medidas adotadas pela empresa nas políticas de segurança e nos controlos de acesso.”
Nós da MDS Brasil está trabalhando para analisar os acontecimentos e trazer informações e orientações de nossos especialistas para proteção de seus bens e negócios durante este momento delicado, afinal, nossa missão é e sempre será proteger o seu mundo.

Entre em contato conosco para saber mais e fique atento às nossas páginas no FacebookLinkedIn e Instagram para acompanhar  as novidades.

Não bastassem os inúmeros impactos à saúde e à economia que se desdobram durante a pandemia do COVID-19, a segurança digital mundial também enfrenta novos riscos e desafios. Mesmo antes da emergência de saúde causada pelo Coronavírus, os ciberataques já aconteciam em larga escala no Brasil e no mundo: em 2018, um importante estudo conduzido pela Online Trust Alliance (OTA) estimou que os prejuízos globais causados por ciberataques havia chegado à casa dos US$ 45 bilhões. Agora, cibercriminosos estão se aproveitando da fragilidade dos sistemas e do anseio generalizado por informações sobre o novo vírus para atacar computadores, smartphones, servidores e até redes inteiras, aumentando a incidência de fraudes e extorsões dessa natureza.
Crimes cibernéticos pelo mundo
Os dados de cibercrimes apurados ao redor do mundo denunciam que este tipo de ameaça cresce e se alastra com a mesma rapidez que a pandemia em si: 

  • UK National Fraud & Cyber Security Centre reportou um aumento de 400% nas denúncias de fraudes no Reino Unido durante o mês de março. Os crimes variam de golpes simples, como falsas campanhas de caridade, até fraudes de empréstimos.
  • O dashboard mantido pela John Hopkins University – uma das fontes mais importantes e confiáveis para o monitoramento de novos casos e mortes por COVID-19 no mundo –, vem sendo falsificado e veiculado em sites maliciosos. Quando os usuários acessam o mapa de contágio falso, o computador ou dispositivo móvel é infectando com malwares como o AZORult, trojan (cavalo de tróia) capaz de roubar dados como credenciais de login e até mesmo informações bancárias.
  • Até mesmo os servidores de órgão públicos vêm sofrendo ciberataques. No último dia 15 de março, houve uma investida de milhões de acessos aos servidores do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos. A entidade acredita em tentativa criminosa de atrasar as ações da agência ao crescente surto de Coronavírus no país. 
  • No Brasil, um relatório da IBM já apontava perdas da ordem de US$ 1,35 milhão em decorrência de crimes cibernéticos mesmo antes da COVID-19, e no momento atual, empresas de segurança já começaram a notar várias campanhas de e-mails de phishing e aplicativos que visam infectar novos dispositivos, a exemplo do Covid-19 Tracker, que criptografa e bloqueia smartphones. 

Em momentos como este, em que as agências de saúde e governos podem, de fato, usar diversos canais de comunicação para orientar a população sobre prevenção e tratamento da COVID-19, os golpistas virtuais se multiplicam e os hackers especializados organizam ações sofiticadas para atacar o que estiver ao seu alcance. Não por acaso,o Google vem trabalhando para retirar apps suspeitos ou disseminadores de fake news de sua loja de apps – a Play Store –, mas muitos deles driblaram os mecanismos de segurança da plataforma e já foram baixados 400 mil vezes
Todo este quadro pode ser ainda mais sensível quando muitas empresas e colaboradores estão trabalhando em regime de home office: diferentes pontos de conexão domésticos podem fragilizar ainda mais as barreiras de proteção digital das atividades corporativas.
Momento de cautela e antecipação
“As constantes ameaças cibernéticas corporativas somadas ao momento sem precedentes que vivemos podem tornar os ataques digitais ainda mais férteis. Esses riscos aumentam conforme a evolução das tecnologias necessárias para o trabalho”, destaca Leandro Freitas, Diretor de Riscos Financeiros da MDS Brasil. Por isso, estratégias de proteção aos dados corporativos e medidas de segurança em TI precisam ser redobradas o quanto antes para evitar vazamento de informações sensíveis e prejuízos financeiros e pessoais.
Faz-se também necessário conscientizar colaboradores internos, parceiros, clientes e aqueles que estão trabalhando remotamente para intensificar os cuidados com as fontes de informações sobre o Coronavírus, sem se esquecer de alertar a toda a população corporativa sobre a importância de proteger seus computadores e dispositivos pessoais contra investidas de hackers e arquivos maliciosos.
“Outra iniciativa importante a ser tomada é verificar se a empresa já conta com uma cobertura para mitigar os prejuízos causados por uma eventual invasão de dados. O seguro Cyber Risks, por exemplo, amplia as barreiras de proteção contra as perdas financeiras decorrentes de perigos digitais. Todo e qualquer cuidado deve ser tomado neste cenário – ainda sem precedentes – que as empresas e trabalhadores estão vivenciando frente à pandemia”, acrescenta Leandro.
De acordo com o Director de Infraestruturas e Sistemas da MDS Portugal, Paulo Terra, é importante sermos proactivos na segurança e defende ainda que as responsabilidades são de todos. “Esta nova forma de trabalhar aumenta o nível de exposição ao risco e cabe aos responsáveis pela cibersegurança da empresa adoptar as medidas adequadas para mitigar os riscos associados ao teletrabalho. Os colaboradores devem também estar atentos e ter cuidados redobrados na utilização dos sistemas de informação, cumprindo com as medidas adotadas pela empresa nas políticas de segurança e nos controlos de acesso.”
Nós da MDS Brasil está trabalhando para analisar os acontecimentos e trazer informações e orientações de nossos especialistas para proteção de seus bens e negócios durante este momento delicado, afinal, nossa missão é e sempre será proteger o seu mundo.

Entre em contato conosco para saber mais e fique atento às nossas páginas no FacebookLinkedIn e Instagram para acompanhar  as novidades.

Últimas Publicações

Veja Nossos Vídeos

O De Bem com a Vida é um portal dedicado a reunir e disseminar boas práticas para saúde, bem-estar e qualidade de vida. Por meio de cartilhas e conteúdo, a plataforma traz informações atualizadas sobre o setor – notícias, legislação, dicas e muito mais. Além de agregar os insights e novidades em alta, o portal é atualizado mensalmente com campanhas de saúde e conscientização. O objetivo é compartilhar conhecimento de forma clara e didática e contribuir para a educação da população.

Inscreva-se
e receba novos conteúdos

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Vamos supor que você está de acordo com isso, mas você pode optar por não participar, se desejar. Aceitar Ler Mais

Política de Privacidade & Cookies