15 de fevereiro – Dia Internacional do Câncer na Infância – Mês do combate ao Câncer Infantil

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15 de fevereiro – Dia Internacional do Câncer na Infância – Mês do combate ao Câncer Infantil

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No dia 15 de fevereiro de 2002, a Childhood Cancer International (CCI), maior organização internacional dedicada ao câncer pediátrico, criou o dia Internacional do Câncer Infantil, que simboliza uma campanha global para conscientizar sobre a doença, dando apoio não só aos pequenos, mas às famílias e os “sobreviventes”.

Hoje, conta com mais de 170 organizações parentais em mais de 90 países. No Brasil, somente em 08 de março de 2022, foi criada a Lei 14.308 – Política Nacional de Atenção a Oncologia Pediátrica, visando o diagnóstico precoce e redução da mortalidade.

A SOBOPE – Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, desde sua fundação em maio de 1981, juntamente com outras entidades no país, como o Complexo Hospitalar Pequeno Príncipe – referência na América Latina em Especialidades Pediátricas há mais de 100 anos, o INCA – Instituto Nacional do Câncer, AC Camargo Center, o Centro Infantil Boldrini, dentre inúmeras outras entidades Hospitalares e Associações Médicas, buscam a pesquisa, o diagnóstico precoce e o tratamento especializado, na busca de redução de óbitos.

De acordo com os institutos, cerca de 80% das crianças acometidas podem obter a cura, se diagnosticados precocemente e tratados adequadamente nos centros de referência no país.

Estatísticas do Câncer Infantil

Atualmente no país, são registrados anualmente, cerca de 7.930 novos casos de Câncer infanto-juvenil. Dentre os de maior incidência temos Leucemia, Tumor Cerebral, Linfoma, Neuroblastoma, Tumor de Wilms, Retinoblastoma, Osteosarcoma / Sarcomas e o Tumor Germinativo.

Com relação aos óbitos referentes a evolução desfavorável e às complicações da patologia, o país mantém índices que passaram de 43 para 42 óbitos por milhão, nos últimos 20 anos.

Sinais e Sintomas

Dependendo da localização de cada tumor, de uma forma geral, os sintomas podem ser bastante parecidos com qualquer doença comum entre as crianças. A necessidade de manter as consultas de rotina com o pediatra, ou buscar o atendimento, sempre que surgir qualquer sintoma geral ou mesmo incomum, é importante. O diagnóstico precoce é um fator fundamental para tratamento e cura.

Dentre os sinais e sintomas mais comuns:

– Febre baixa e persistente, sem causa aparente, que dura mais de 8 dias.

– Hematomas ou Sangramentos pelo nariz e gengivas, sem causa aparente.

– Cansaço e Dores pelo corpo/ossos, que limita a criança de brincar.

– Caroços e Inchaços na barriga.

– Dificuldade de respirar e engolir.

– Perda de peso.

– Palidez Cutânea progressiva

– Tontura, Perda de equilíbrio e Vômito sem causa aparente.

– Alterações oculares (pupila branca).

Meu filho tem Câncer – e agora?

É muito importante, por pior que possa ser para a criança e família, após o diagnóstico de câncer, compreender a doença, o tipo de câncer, o estadiamento (o quanto o câncer possa ter se espalhado no organismo), o prognóstico, além de acompanhar a evolução e os resultados do tratamento.

O acolhimento sendo realizado com amor, sinceridade, demonstrando segurança, confiança no tratamento e cura, são fundamentais para o desfecho favorável do menor. A família se torna o fator muito importante nesse processo.

Da mesma forma que um indivíduo adulto, o tratamento passa por procedimentos cirúrgicos, radioterapia e quimioterapia.

Leucemia – o mais frequente

Existe mais de um tipo de Leucemia, tanto em adultos como também nas crianças. Independentemente dessa classificação, basicamente o acompanhamento e tratamento são semelhantes.

Para entender a Leucemia, precisamos entender o funcionamento da Medula Óssea (tecido esponjoso que ocupa o centro dos ossos). Na medula óssea são identificadas as células tronco-hematopoiéticas, responsáveis pela produção de todas as células sanguíneas do sangue. A Leucemia é o câncer dessas células, que por sua proliferação, atrapalham a produção de células saudáveis.

O Transplante de Medula Óssea – TMO, é um procedimento utilizado para substituir a medula que “não está funcionando”. É o procedimento mais importante do tratamento, que traz a maior probabilidade de cura. Porém, depende da doação da Medula Óssea por pessoa saudável e compatível (realizado com análise sanguínea entre doador e receptor).

Você já ouviu falar na REDOME?

É o Registro de Doadores Voluntários de Medula Óssea, sob coordenação do INCA, que mantém um banco de cadastro de informações de possíveis doadores voluntários, com nome, endereço, resultado de exames com características genéticas, com o HLA (teste de Histocompatibilidade). Se puder, seja doador de medula, e ajude a salvar a vida de muitas pessoas, incluindo crianças!

Fontes:

Instituto Nacional de Câncer (INCA)

Ministério da Saúde

Complexo Hospitalar Pequeno Príncipe

Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica ( SOBOPE )

AC Camargo Center

American Cancer Society

GRAACC ( Grupo de Apoio ao Adolescente e a Criança com Câncer )

No dia 15 de fevereiro de 2002, a Childhood Cancer International (CCI), maior organização internacional dedicada ao câncer pediátrico, criou o dia Internacional do Câncer Infantil, que simboliza uma campanha global para conscientizar sobre a doença, dando apoio não só aos pequenos, mas às famílias e os “sobreviventes”.

Hoje, conta com mais de 170 organizações parentais em mais de 90 países. No Brasil, somente em 08 de março de 2022, foi criada a Lei 14.308 – Política Nacional de Atenção a Oncologia Pediátrica, visando o diagnóstico precoce e redução da mortalidade.

A SOBOPE – Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, desde sua fundação em maio de 1981, juntamente com outras entidades no país, como o Complexo Hospitalar Pequeno Príncipe – referência na América Latina em Especialidades Pediátricas há mais de 100 anos, o INCA – Instituto Nacional do Câncer, AC Camargo Center, o Centro Infantil Boldrini, dentre inúmeras outras entidades Hospitalares e Associações Médicas, buscam a pesquisa, o diagnóstico precoce e o tratamento especializado, na busca de redução de óbitos.

De acordo com os institutos, cerca de 80% das crianças acometidas podem obter a cura, se diagnosticados precocemente e tratados adequadamente nos centros de referência no país.

Estatísticas do Câncer Infantil

Atualmente no país, são registrados anualmente, cerca de 7.930 novos casos de Câncer infanto-juvenil. Dentre os de maior incidência temos Leucemia, Tumor Cerebral, Linfoma, Neuroblastoma, Tumor de Wilms, Retinoblastoma, Osteosarcoma / Sarcomas e o Tumor Germinativo.

Com relação aos óbitos referentes a evolução desfavorável e às complicações da patologia, o país mantém índices que passaram de 43 para 42 óbitos por milhão, nos últimos 20 anos.

Sinais e Sintomas

Dependendo da localização de cada tumor, de uma forma geral, os sintomas podem ser bastante parecidos com qualquer doença comum entre as crianças. A necessidade de manter as consultas de rotina com o pediatra, ou buscar o atendimento, sempre que surgir qualquer sintoma geral ou mesmo incomum, é importante. O diagnóstico precoce é um fator fundamental para tratamento e cura.

Dentre os sinais e sintomas mais comuns:

– Febre baixa e persistente, sem causa aparente, que dura mais de 8 dias.

– Hematomas ou Sangramentos pelo nariz e gengivas, sem causa aparente.

– Cansaço e Dores pelo corpo/ossos, que limita a criança de brincar.

– Caroços e Inchaços na barriga.

– Dificuldade de respirar e engolir.

– Perda de peso.

– Palidez Cutânea progressiva

– Tontura, Perda de equilíbrio e Vômito sem causa aparente.

– Alterações oculares (pupila branca).

Meu filho tem Câncer – e agora?

É muito importante, por pior que possa ser para a criança e família, após o diagnóstico de câncer, compreender a doença, o tipo de câncer, o estadiamento (o quanto o câncer possa ter se espalhado no organismo), o prognóstico, além de acompanhar a evolução e os resultados do tratamento.

O acolhimento sendo realizado com amor, sinceridade, demonstrando segurança, confiança no tratamento e cura, são fundamentais para o desfecho favorável do menor. A família se torna o fator muito importante nesse processo.

Da mesma forma que um indivíduo adulto, o tratamento passa por procedimentos cirúrgicos, radioterapia e quimioterapia.

Leucemia – o mais frequente

Existe mais de um tipo de Leucemia, tanto em adultos como também nas crianças. Independentemente dessa classificação, basicamente o acompanhamento e tratamento são semelhantes.

Para entender a Leucemia, precisamos entender o funcionamento da Medula Óssea (tecido esponjoso que ocupa o centro dos ossos). Na medula óssea são identificadas as células tronco-hematopoiéticas, responsáveis pela produção de todas as células sanguíneas do sangue. A Leucemia é o câncer dessas células, que por sua proliferação, atrapalham a produção de células saudáveis.

O Transplante de Medula Óssea – TMO, é um procedimento utilizado para substituir a medula que “não está funcionando”. É o procedimento mais importante do tratamento, que traz a maior probabilidade de cura. Porém, depende da doação da Medula Óssea por pessoa saudável e compatível (realizado com análise sanguínea entre doador e receptor).

Você já ouviu falar na REDOME?

É o Registro de Doadores Voluntários de Medula Óssea, sob coordenação do INCA, que mantém um banco de cadastro de informações de possíveis doadores voluntários, com nome, endereço, resultado de exames com características genéticas, com o HLA (teste de Histocompatibilidade). Se puder, seja doador de medula, e ajude a salvar a vida de muitas pessoas, incluindo crianças!

Fontes:

Instituto Nacional de Câncer (INCA)

Ministério da Saúde

Complexo Hospitalar Pequeno Príncipe

Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica ( SOBOPE )

AC Camargo Center

American Cancer Society

GRAACC ( Grupo de Apoio ao Adolescente e a Criança com Câncer )

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